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O SINTAJ vem a público prestar toda a solidariedade aos trabalhadores do Judiciário baiano que estão sendo afetados pela decisão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que considera parcialmente procedente o pedido de providência que impede os servidores oriundos dos cartórios extrajudiciais de serem aproveitados como Oficiais de Justiça pelo TJ-BA.

O SINTAJ entende que uma vez que os cartórios, antes estatais, foram privatizados os trabalhadores desses locais ficaram à disposição do Tribunal para exercer outros cargos e funções e, não é justo e nem correto, que se coloque os servidores novamente nessa situação de instabilidade, já que eles nenhuma culpa têm nesse processo. São concursados e, portanto, têm o direito de permanecer no quadro efetivo da Corte independente de quaisquer mudanças.

Uma vez que sejam, mais uma vez, destituídos de seus cargos não há nenhuma previsão de para quais comarcas irão esses trabalhadores nem quais atividades realizarão. Se iniciará todo um processo de mudança física e psicológica, e de consequente readaptação, desnecessário na vida dessas pessoas e de seus familiares.

O SINTAJ não concorda e considera o pedido feito ao CNJ corporativista e em total desacordo com os princípios sindicais de defesa coletiva do trabalhador.

O requerimento ainda reflete uma despreocupação com a população que utiliza os serviços da Justiça, já que uma vez que esses trabalhadores deixem de fazer o trabalho de Oficiais os colegas destes ficarão sobrecarregados, gerando ainda mais lentidão no Judiciário baiano.

O SINTAJ presta toda a sua solidariedade aos trabalhadores afetados por essa decisão e reafirma o seu total descontentamento com a medida. Essa postura diverge totalmente do que a entidade acredita que deve ser a luta sindical.

 

sindicato FORTE, servidor RESPEITADO!

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