SINTAJ ALERTA: SERVIDORA PÚBLICA, SERVIDOR PÚBLICO, ATIVOS E APOSENTADOS (AS), NÃO COMETAM O ERRO DE CAVAR AS PRÓPRIAS COVAS
Servidoras e servidores do Poder Judiciário e trabalhadores do Brasil: quem avisa amigo é, e o SINTAJ deixa aqui o seu alerta definitivo. Votar em Flávio Bolsonaro (PL) é coadunar com as promessas convictas e corporativistas de destruição da sua vida profissional e social. Se o serviço público se deitar no colo do mercado, não poderá terceirizar a culpa quando o teto desabar sobre as suas cabeças.
As propostas de Flávio Bolsonaro não são segredo para ninguém. Ele traz na bagagem o famigerado plano de "Reforma Administrativa" e o programa "Tesouraço". Na prática, isso significa a destruição da estabilidade das carreiras, o fim dos pisos constitucionais da saúde e da educação, cortes brutais em estruturas do Estado e o congelamento de vencimentos de quem carrega a máquina pública nas costas. Pior: sua equipe econômica defende uma política de "flexibilização" idêntica à do extremista argentino Javier Milei. E o que a política de Milei trouxe para a Argentina? Uma explosão avassaladora de pobreza, desemprego recorde, fome generalizada e a liquidação do patrimônio do povo, enquanto uma minoria de ricos e banqueiros recolhe os lucros. É esse espelho de miséria que o PL quer instalar no Brasil.
Sem nenhum pudor, a coordenadora e cotada para Ministra da Economia Daniella Marques, explicitou em evento recente que “Ninguém aguenta mais sustentar Brasília” e que é preciso “tirar o Estado do cangote de quem produz riqueza”. O que significa para você, trabalhadora e trabalhador do judiciário? Significa que para eles, a sua carreira, o seu salário e o seu concurso público são vistos apenas como um “peso” a ser descartado.
Para agravar o cenário de terra arrasada, o perigo é institucional. O PL já detém o controle de fatias gigantescas da Câmara dos Deputados e do Senado. Entregar o Palácio do Planalto a esse grupo é dar poder absoluto e demasiado para realizar muitas barbáries que ameaça abertamente a sobrevivência da sociedade brasileira e os pilares da nossa democracia. O SINTAJ acende o sinal vermelho porque o projeto do candidato vai além: ele flerta com a extensão e o aumento do tempo de permanência no cargo presidencial, colocando em risco definitivo a própria alternância de poder e a liberdade democrática.
Portanto, servidora e servidor do Judiciário, a ruína da sua carreira não será um acidente, será o resultado direto da sua escolha na urna. Se você decidiu votar contra os seus próprios direitos, contra o seu salário e contra a estabilidade da sua família, assuma a responsabilidade.
No dia 25 de outubro, o voto precisa ser de sobrevivência, de consciência e de resistência. Pela dignidade do serviço público, pela defesa do trabalhador e contra a barbárie privatista, a resposta nas urnas precisa ser firme: o número é 13!