SINTAJ ALINHADO À REELEIÇÃO DE LULA E IMPLACÁVEL NA DEFESA DAS TRABALHADORAS E DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO

SINTAJ declara apoio à reeleição de Lula e reafirma compromisso com o serviço público e os direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores do Judiciário.

SINTAJ COMUNICA
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Diante do risco real de desmonte dos direitos conquistados, este sindicato  declara de forma clara o seu apoio institucional à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A plataforma defendida pela candidatura de Lula apresenta um modelo de Estado oposto ao projeto de precarização, priorizando o fortalecimento das instituições e a proteção de quem faz o serviço público acontecer.

Ao longo de 32 anos de história, o SINTAJ pautou sua trajetória pela autonomia e compromisso ético com a categoria, dialogando com candidatos de diferentes matrizes ideológicas, sem nunca se omitir na defesa intransigente do funcionalismo público e dos direitos trabalhistas. Atuar na política sindical não significa subordinação partidária, mas sim o compromisso com a defesa coletiva dos trabalhadores.

Diante do risco real de desmonte dos direitos conquistados, este sindicato declara de forma clara o seu apoio institucional à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A plataforma defendida pela candidatura de Lula apresenta um modelo de Estado oposto ao projeto de precarização, priorizando o fortalecimento das instituições e a proteção de quem faz o serviço público acontecer.

O que se coloca no cenário eleitoral de 2026 ultrapassa divergências partidárias e atinge a própria estrutura do Estado brasileiro. A plataforma defendida pela campanha de Flávio Bolsonaro representa uma clara ameaça à estabilidade do serviço público e à organização sindical.

Entre as propostas e diretrizes estruturadas por sua candidatura, destacam-se:

    • Fim da estabilidade generalizada: A continuidade do projeto de reforma administrativa prevê extinguir a estabilidade constitucional para o funcionalismo, restringindo-a apenas a carreiras específicas de Estado, o que fragiliza a autonomia do servidor face a pressões políticas.
    • Enxugamento da máquina pública e demissões: Defesa da redução de despesas públicas por meio do corte de estruturas e da possibilidade de demissão de servidores e de servidoras por critérios de avaliação ou reestruturação econômica.
    • Flexibilização de vínculos e enfraquecimento sindical: Propostas voltadas para a contratação temporária ampla e flexibilização de garantias trabalhistas, enfraquecendo a atuação coletiva dos sindicatos.
  • Ameaça as entidades sindicais: O plano de governo visa enfraquecer o poder dos sindicatos, afastando as entidades da formulação de políticas públicas e limitando sua influência institucional. A proposta também ataca o modelo de unicidade sindical, abrindo caminho para a fragmentação e a divisão da representação das categorias. Além disso, ao priorizar acordos individuais e diretos com o lema "o negociado sobre o legislado", esvazia o papel mediador das associações. Como resultado, as organizações enfrentam o sufocamento de sua força de mobilização, restrições na divulgação de materiais informativos e maior dificuldade para barrar medidas que retiram direitos trabalhistas e do funcionalismo. Isso visa reduzir o poder de pressão e de assento institucional que os sindicatos possuem junto ao governo.

Em contraposição direta às ameaças de Flávio Bolsonaro, o plano de governo de Lula estabelece os seguintes compromissos fundamentais para a nossa categoria:

  • Valorização das Carreiras e da Estabilidade: Diferente do projeto que tenta extinguir as garantias do servidor, o programa de Lula defende de forma firme a proteção das carreiras do serviço público e a rejeição de medidas que fragilizem a estabilidade funcional.
  • Negociação Coletiva Obrigatória: Enquanto o adversário propõe o isolamento do trabalhador por meio de acordos individuais, o governo Lula atua pelo fortalecimento sindical. 
  • Diálogo Permanente e Fortalecimento Institucional: O plano assegura a continuidade e o aprofundamento das discussões por meio da Mesa Nacional de Negociação Permanente, garantindo que as decisões sobre o funcionalismo passem pela participação ativa e democrática dos sindicatos, rejeitando medidas unilaterais de corte.
  • Recomposição e Concursos Públicos: O programa prevê a recomposição periódica do quadro de pessoal através da continuidade do planejamento de seleções públicas estruturadas, valorizando o servidor de base e reestruturando as carreiras com foco na eficiência social e não no corte punitivo de despesas.

As propostas de destruição de Flávio Bolsonaro que denunciamos não são ficção: estão escancaradas nos planos de governo de quem enxerga o trabalhador como inimigo. Diante dessa ofensiva brutal, o SINTAJ reafirma seu posicionamento intransigente e de combate em defesa da democracia, da soberania nacional, do serviço público e da dignidade dos servidores, apoiando e reeleição de Lula. 

Rejeitar categoricamente o projeto de desmonte das nossas garantias fundamentais e esmagar o plano de miséria institucional não é uma mera escolha partidária: é o nosso dever histórico e urgente de resistência para proteger a classe trabalhadora e impedir que destruam o atendimento à sociedade.

#eleições2026; #lula2026
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