
São mais de 200 dias e contando que o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) está na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia – ALBA, sem qualquer movimento desde quando foi recebido em agosto de 2024.
A Presidente do TJBA, garantiu a aprovação. Que lutaria pelo direito da categoria. Mas entre argumentos e diálogos, servidores e servidoras, mais uma vez a margem, pois suas causas deixam de ser prioridade sob outras.

No Legislativo, a oposição e a situação afirmam que estão de acordo para a inclusão do projeto na pauta de votação, porém, em mais de 200 dias, nenhum despacho.
Resta a categoria saber do Executivo, se depende do senhor governador Jerônimo Rodrigues encaminhar para que o PCCV seja votado e aprovado? Fica a pergunta no ar.
Porém, diante dos três poderes, um mais forte e imponente sempre se mostra determinado, se reerguendo sempre que preciso em defesa de seus direitos e mostrando que o poder sempre emana do povo, unido, que nesse caso, se figura nos servidores e servidoras do poder Judiciário baiano.
Enquanto o PCCV não for aprovado, as mobilizações irão continuar. Hoje (01), a categoria se uniu ao SINTAJ e realizou mobilização em frente ao TJBA, ocupação do Átrio do TJ e realização de Assembleia Geral Extraordinária, onde ficou definido que:
– A continuação do movimento como já havia sido definido e;
- Dia 09 nova realização de Assembleia para definir os rumos do movimento.
Lembrando a categoria que nos dias 02 a 04 de abril as paralisações ocorrerão das 08:30 às 11:30 e 14:30 às 17:30.
A luta continua, porque Sindicato Forte, Servidor Respeitado.
Lamentável!!! https://youtu.be/AtC8mHjUjmU?si=P08Pr5kQuOA1BILp
Bom dia!
Eu achei a manifestação no TJ muito proveitosa, o Sintaj deveria marcar uma outra com o número maior de participantes, é só divulgar no site dia e hora, para que todos possam participar.
Não é do interesse nem nos deputados nem do TJ aprovar esse plano.. Um plano que se aprovado já estará ultrapassado... Enquanto isso os sindicatos paralisando também não resolvem nada. Nem a imprensa comenta nada.. só resolveria com uma greve