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Se o SINTAJ hoje é uma entidade sindical forte, que representa e defende sua base de forma justa e determinada isso se deve à democracia. Se todos os sindicatos e movimentos sociais brasileiros podem, atualmente, lutar pelos direitos dos trabalhadores e do povo desse país isso se deve à democracia.

Somente na democracia é possível que o pensamento crítico floresça, que os malfeitos dos políticos venham à tona e a população possa protestar e reivindicar melhores condições de vida, direitos trabalhistas e, principalmente, “demitir” os falsos representantes do povo através do voto. Só na democracia tem-se a liberdade de dizer o que pensa.

Em governos autoritários e ditaduras toda crítica e opinião contrária aos que estão no poder é duramente reprimida. É silenciada. Não importa o método a ser utilizado. Se for preciso usar de violência física e psicológica, tortura e abusos de toda sorte faz-se. Vemos e vimos isso em todos os regimes ditatoriais do mundo, inclusive no exemplar brasileiro que começou em 1964 e durou exatos 21 anos.

Por ter consciência de todos esses fatos e estar presenciando o acirramento e a crescente onda de violência que toma conta das eleições em 2018, o SINTAJ se posiciona publicamente contra as propostas autoritárias e retrógradas defendidas por alguns nessa eleição.

A coordenadoria executiva do SINTAJ repudia todos os atos de violência física ou simbólica, a tentativa de retirada das liberdades individuais e de mais direitos dos trabalhadores e os discursos criminosamente discriminatórios que não respeitam a diversidade do povo brasileiro.

A atual direção do sindicato compreende que em momentos de crise as pessoas desempregadas, vítimas da criminalidade e se sentindo vulneráveis tendem a procurar soluções fáceis para os seus medos. Mas estes são problemas complexos e propostas simplistas não vão dar conta de resolvê-los. Se as medidas defendidas por governos autoritários resolvessem esses conflitos o Brasil não mais os teria, porque sim, passamos por uma ditadura, embora alguns queiram negar.

O SINTAJ resistirá e se manterá na luta pela democracia plena e pela melhoria de condições de vida do povo brasileiro. Não nos deixemos vencer pelo medo. As soluções para os problemas do nosso país estão na via democrática, mas alguns, com interesses próprios e escusos, não querem que o eleitor enxergue isso.

Vamos seguir em frente! Somos muitos!

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