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Foto: Sintaj

Nesta quarta-feira (6) membros da coordenadoria do SINTAJ se reuniram com a coordenação do Planserv para obter esclarecimentos sobre a real situação do plano de saúde que atende os trabalhadores públicos do estado da Bahia. O encontro foi realizado com as coordenadoras técnica e interina do Planserv, Aline Coelho e Andressa Schettini, respectivamente.

Os coordenadores da entidade sindical fizeram questionamentos sobre a possibilidade do plano acabar ou de ocorrer a sua privatização, os problemas no atendimento e marcação de exames e consultas, sobre as cotas, inadimplência e falta de repasse para os credenciados. Também foram abordados o corte de verba efetuado pelo governo e o boicote dos anestesistas.

Aline e Andressa negaram que o Planserv irá acabar ou ser privatizado. Afirmaram que para melhorar o atendimento dos seus associados foram adquiridos novos softwares e foi criado um call center 24h. Ainda dentro dessa questão, as coordenadoras destacaram que foram elaborados programas de promoção e prevenção e telemonitoramento para resolver as demandas dos trabalhadores de forma mais célere.

Segundo as gestoras, 80% dos problemas na marcação de exames e consultas se dão por erro dos credenciados no momento de fazer o pedido de autorização e devido à demora daqueles em fazer o lançamento prévio no sistema. Aline ainda afirmou que não existem cotas de atendimento no seguro saúde. Se o credenciado ultrapassar o limite estabelecido, mas a necessidade do atendimento for devidamente comprovada, o repasse é feito pelo plano.

Sobre a notícia de que o Planserv estava inadimplente em R$ 100 milhões, as coordenadoras argumentaram que as dificuldades no repasse acontecem, muitas vezes, em virtude dos credenciados possuírem pendências fiscais ou de licenciamento nos órgãos sanitários.

Por fim, Aline e Andressa colocaram que a redução do repasse do governo estadual em 50% não vai afetar o operacional do Planserv, já que a administração está trabalhando de forma otimizada e creditaram o boicote dos anestesistas ao cenário nacional.

Na reunião também foi ressaltado que os servidores não devem pagar nenhum dinheiro a mais para serem atendidos pelo plano. Caso algum credenciado tente exigir pagamento por fora para efetuar o atendimento, o trabalhador deve comunicar imediatamente ao SINTAJ ou ao Planserv. Participaram do encontro os coordenadores jurídico, de aposentados, geral e de convênios do SINTAJ, respectivamente Elizabete Rangel, Celeste Oliveira, Rudival Rodrigues e Edson Rocha.

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