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Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (1º) ganhou repercussão na imprensa nacional e local o corte de 1,2 bilhão promovido pelo governador Rui Costa nas finanças do Executivo Estadual. A coluna Radar da revista Veja, assim como portais de notícias baianos, alardearam a grandiosa economia, nesses tempos em que grande parte dos estados brasileiros mal têm a verba necessária para manter o seu funcionamento.

No entanto, o que não foi citado nas reportagens veiculadas é que o corte comemorado por Costa se deu às custas do servidor público, que já está a dois anos sem receber a reposição inflacionária, cuja data base é o dia 5 de janeiro.

Em 2016, Rui Costa deixou claro que não haveria reposição, dando declarações em que dizia literalmente que seria “reajuste zero”. Em uma postura intransigente, sequer negociou ou dialogou com os trabalhadores que mantém o estado que ele administra funcionando. Já este ano até o momento impera um silêncio absoluto em relação ao assunto por parte do governador, o que indica que o governo pretende seguir a mesma postura adotada em 2016.

A reposição não é aumento e é um direito garantido por lei. Não se pode falar em economia quando ela é feita em clara afronta a legislação vigente e às custas da corrosão do salário de trabalhadores. Nas notícias foram citados os cortes de quatro secretarias, mil cargos públicos, terceirizados e outros serviços. Rui Costa só esqueceu de mencionar o corte na carne do servidor.

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