SINTAJ é contra retorno ao trabalho presencial nesta quinta-feira (1º)

SINTAJ é contra retorno ao trabalho presencial nesta quinta-feira (1º)

Ao que tudo indica, o TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia) realmente pretende retomar as atividades presenciais nesta quinta-feira (1º). A Corte afirmou que iria iniciar o retorno a partir do segunda fase do protocolo de retomada estabelecido pela própria administração do Tribunal.

O SINTAJ, enquanto instituição representativa dos trabalhadores do Judiciário baiano, vem a público manifestar o seu posicionamento contrário ao retorno já neste dia 1º. A coordenadoria executiva da entidade sindical considera que o retorno ao trabalho presencial nesta semana ainda oferece riscos aos servidores e à população baiana.

Apesar da aparente situação de normalidade – em grande parte artificialmente inflada por setores econômicos que tinham interesse na reabertura total das atividades -, a pandemia ainda não acabou. O vírus ainda continua se espalhando e causando mortes. A Bahia tem registrado um número significativo de casos, embora em número menor do que em meses anteriores. O mesmo acontece em relação aos óbitos decorrentes da doença.

De acordo com informações do Consórcio de Imprensa formado pelos jornais O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo, com informações das secretarias de saúde estaduais, nesta segunda-feira (28), a média móvel de casos confirmados e mortes – em um período de sete dias – na Bahia era de 1519 e 48, respectivamente.

Com a ampla abertura do comércio e dos serviços, é bastante possível que ocorra no Brasil uma segunda onda da doença, como já está acontecendo em países da Europa como Espanha, Alemanha e França. Inclusive, segundo boletim divulgado pelo consórcio de imprensa no último domingo (27), a Bahia já vive uma tendência de nova alta da média móvel de mortos.

Não há nenhuma justificativa para uma volta ao trabalho presencial enquanto o estado ainda está nestas condições. A produtividade dos trabalhadores durante o teletrabalho aumentou, então não há nem a justificativa de que o Judiciário baiano está desassistido. O SINTAJ segue lutando pela preservação de vidas.

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